Meu nome é Lillo Parra e sou um contador de histórias.
E corintiano também.

A primeira lembrança que tenho de futebol é do dia 13 de outubro de 1977, eu estava no cangote do meu pai e um mar preto e branco invadiu as ruas da minha vila, na zona leste de São Paulo.
Eu tinha cinco anos e até hoje lembro daquela sensação.
Era corintiano antes de ser um contador de histórias, mas foi por pouco.

A primeira lembrança que tenho de quadrinhos é – também – em preto e branco: os gibis Tex do meu pai, ainda pela Editora Vecchi.
Entre o mar de corintianos nas ruas da minha vida e as cores de giz que decidi dar aos faroestes do ranger, não foram nem três meses.
Lembro do olhar do meu pai ao ver seus gibis daquela maneira.
E lembro do medo que senti.

Mas não levei uma sova.
Naquele dia meu pai me levou à feira e numa esquina, entre uma barraca de verduras e outra de batatas, havia uma pequena barraquinha cheia de gibis.

Começava ali algo que me acompanharia até os dias de hoje.
Eu ainda não sabia ler, mas isso pouco importava.
Aquilo que não entendia apenas olhando as figuras, inventava.
E assim criei todas as histórias da minha vida.

Durante 20 anos, contei histórias atuando em palcos improvisados na periferia de SP.
Dez deles no Teatro Popular União e Olho Vivo, uma escola de vida, dramaturgia e arte.

Aos 38 anos, quando encerrei minha aventura no teatro, resolvi escrever gibis.
E é o que tenho feito desde então.

Se quiser conhecer um pouco mais sobre as histórias que conto, aceite meu convite para dar uma passeada pelas páginas deste site.

E se quiser bater um papo, saber mais sobre o que já publiquei ou propor um novo projeto, é só entrar em contato.

Grande abraço e vamo que vamo!

Comece a digitar sua pesquisa acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione ESC para cancelar.